Há um pequeno vão momento...
Exite um fio invisível...
Tem um campo ensolarado no seu me ver
Volta um suspiro e meia tá você
vindo com com braços aprontos
prum abraço que trata, preenche, encarna.
São as coisas miúdas que a gente lembra...
O meu espelho, menino, tá emudecido
comigo. Ele tá enublado
por conta de me ouvir.
Às vezes chove tanto no meu quarto...
Às vezes precisávamos mesmo sofrer.
Assim talvez a gente lembra que tem
um chão de ombros nos pés e que
sacada charmosa é sacada sem poucas remelas.
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