Aqui, neste espaço de existir, escrevo aquilo que vaga, recorda, acorda, vulcaneja em minha memória ficcional-real.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Fuga
Emoldurado.
Grampeado.
Fugir seria um verbo
saído pelas arestas;
saído de quebrante.
Poderia ser dito covarde.
E pode ser apenas ir.
Correr, pensar com as pernas.
Andar por andar.
Pelo simples ato de lançar
pé direito e pé esquerdo.
Cortar o ar na cara,
deixar rolar o resto da tarde.
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