Aqui, neste espaço de existir, escrevo aquilo que vaga, recorda, acorda, vulcaneja em minha memória ficcional-real.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Simpática janela
me olha de esguia.
Completa arrendada
por dentro deixa
ao frio vento seus vidros.
Abraçada em laranjas tijolos
essa janela que olha de esguela
não me nota, não me abre porta.
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