Aqui, neste espaço de existir, escrevo aquilo que vaga, recorda, acorda, vulcaneja em minha memória ficcional-real.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Um viajantes a dois pés
Lá vai um viajante
a dois pés por suas
ruas empedradas.
Dobra a esquerda,
olha as casas
e olha pra flor
cor salmão
em sua mão.
Êh cidade!
Êh contraste!
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