Numa trilha o sol me deixou ver,
me regia de raios mornos.
Me completava a cabeça
e caia sobre meus braços.
Lumiava minhas pernas andantes
e brilhava meus pés de terra.
Três vezes o sininho tibetano.
Três respirações sem ações.
Parado na trilha, cruzei, no olhar,
outra de folhinhas cortadas
sendo carregadas.
Um casal de asas acima.
Meu destino me levando à norte,
poente daquele sol.
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